ingrid lima
terça-feira, 3 de abril de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
Trabalho de carnaval Informatica Educacional
Projeto do carnaval
O carnaval do Rio de Janeiro está no Guinness Book como o maior carnaval do mundo.[3] Em 1995, o Guinness Book declarou o Galo da Madrugada, da cidade do Recife, como o maior bloco de carnaval do mundo.[4]
Quem acompanhou o noticiário ficou sabendo do incêndio que atingiu a Cidade do Samba, na Zona Portuária do Rio, no começo de fevereiro. O ocorrido entrará para história do Carnaval, não só pelo tamanho da tragédia, mas também pelo poder de superação das comunidades, que fazem essa festa acontecer, e pela solidariedade entre as agremiações, que prova que a disputa começa e termina na Quarta-Feira de Cinzas As fantasias são inspiradas em vestimentas usadas nos rituais de candomblé e ficam ainda mais coloridas com os acessórios que os foliões acrescentam, como os colares de afoxés. O folião Carlos Santana, de 45 anos, explica que as roupas femininas são chamadas de batas e os trajes masculinos são os abadas. “Antes de serem popularizadas como roupas de carnaval, as vestes masculinas já eram chamadas de abadas no candomblé”,
Brasília - Depois de passar pela predominância do frevo, das marchinhas, do samba-enredo e do axé, o carnaval é hoje uma festa de vários ritmos musicais – como foi até o início do século passado. A avaliação é do historiador carioca Ancré Diniz, secretário de Cultura de Niterói (RJ) e autor do livro Almanaque do Carnaval. “A marchinha nunca foi um gênero musical de massa, como o samba ou o frevo. Surgiu na classe média, nos bailes carnavalescos e nos blocos de rua. O formato fica para o passado com a ascensão do samba das escolas, que foi avassaladora no Brasil inteiro. Mas o samba-enredo também vai definhar depois, com a ascensão do axé na década de 90. Hoje, novamente, no carnaval se canta tudo: samba-enredo marcha, axé, funk, hip hop. A gente voltou a não ter uma prevalência absoluta de um gênero musical”, sintetizou o historiador. Em entrevista hoje (5) na Rádio Nacional, Diniz lembrou a evolução dos quatro gêneros carnavalescos tipicamente urbanos que fizeram sucesso no Brasil: samba e marchinha (originários do Rio de Janeiro), frevo (de Pernambuco) e axé (da Bahia). Segundo ele, frevo e samba surgiu quase ao mesmo tempo, no começo do século 20 – o primeiro entre 1910 e 1915, e o samba entre 1917 e 1920, após a gravação de Pelo Telefone, composição de Donga e Mauro de Almeida consideradas a primeira do gênero no país. De acordo com o historiador, antes desses gêneros não havia um tipo específico de música para o carnaval: "Era uma festa em que se cantava de tudo. No Rio de Janeiro, faziam sucesso até trechos de óperas, como La Donna é Mobile, do Rigoletto, de Verdi.” Para Diniz, o samba e do frevo surgem como produção musical característica de um país mestiço. “Uma música com influência européia, com influência da tradição negra e com uma grande pincelada de ritmos latino-americanos. É uma produção urbana de Recife e do Rio de Janeiro, que serão as cidades - após a criação da indústria fonográfica (1902) e pouco antes do aparecimento do rádio, que vai ajudar a criar o perfil da sociedade de consumo. A história musical do carnaval, acrescentou, avança com as marchinhas, que surgiram na década de 20, no Rio de Janeiro, e ganharam força com o rádio, da década de 30 à de 60, quando ocorre a ascensão do samba-enredo. Diniz conta que primeiro veio a chamada marcha-rancho, executada pelos blocos de ranchos, uma espécie de pré-escola de samba. Eram canções mais cadenciadas e harmoniosas, segundo ele, que citou como exemplo As Pastorinhas, de João de Barro (Braguinha) e Noel Rosa. Depois veio típica marchinha, “mais brejeira , mais comunicativa, explorando o duplo sentido”, como Mamãe Eu Quero e outras do próprio Braguinha e de Lamartine Babo, entre outros compositores. A transmissão, pela televisão, dos desfiles de escolas de samba do Rio de Janeiro e, mais tarde, de São Paulo, explicou o historiador, coincidiu com a ascensão dos sambas-enredo. Depois, na década de 90, a mesma mídia levaria para todo o país o fenômeno baiano do axé referência. Então, já são gêneros miscigenados produzidos para o carnaval e que vão se tornar cada vez mais populares”, afirmou, ao lembrar que apareceram logo.
No Brasil, Bloco carnavalesco é um termo usado para definir diversos tipos de manifestações carnavalescas populares, sendo geralmente usado para designar, de modo genérico, diversos tipos de agremiações de carnaval.
Geralmente, o termo designa um conjunto de pessoas que desfilam no Carnaval, de forma semi-organizada, muitas vezes trajando uma mesma fantasia, ou vestidas do modo que mais lhe agradar.
Porém, ao longo do tempo, diversos grupos carnavalescos já foram genericamente chamados de blocos, havendo atualmente blocos que são mais parecidos com escolas de samba, outros mais parecidos com cordões, e outros de diversos tipos.
O termo é análogo a comparsa, em espanhol, e crew, em Inglês, sendo que na Argentina as escolas de samba também são entendidas como um dos tipos de comparsas.
Desde meados do século XIX as ruas da cidade do Rio de Janeiro eram invadidas, nos dias de carnaval, por grupos de pessoas dispostas a se divertir. Até as primeiras décadas do século XX não havia grandes distinções entre os vários tipos de brincadeiras que ocupavam a cidade e que podiam ser chamadas indistintamente de ranchos, cordões, grupos, sociedades ou blocos, entre outras denominações genéricas.Durante a década de 1920, a intelectualidade brasileira volta-se para as questões ligadas à identidade nacional destacando a importância da festa carnavalesca carioca que passa ser vista como uma espécie de "resumo" da diversidade cultural brasileira. Organizar a "confusão" carnavalesca passa a ser um dos objetivos da elite cultural que, com ajuda da imprensa, começa a definir as diferentes categorias da folia numa escala que iria das sofisticadas sociedades carnavalescas – ou grandes sociedades – até os temidos cordões. (Ferreira, 2005)
Comentario do carnaval da escola: Primeiramente os professores avisaram todas as clases que iria ter um carnaval na escola e que era para todos fazerem um bloco de carnaval. O nome do nosso bloco era 100 NOÇÃO,a classe campeã foi a 7ª B, ficamos em 3º lugar teve ate´jurado. Adorei esse carnaval foi muito divertido.
terça-feira, 13 de março de 2012
AME!!!
MESMO QUE SOFRA,
MESMO QUE CHORE,
MESMO QUE LUTE,
PARA QUE NO FINAL POSA DIZER...
SOFRI, CHOREI, LUTEI, MAS AMEI!!!
AMAR É OLHAR PARA DENTRO DE SI MESMO... E DIZER EU QUERO!
É VIVER INTENSAMENTE SONHAR...
E SE PERDER NO MEIO DE TANTOS SONHOS...
E ESTAR PRESENTE ATÉ NA AUSENCIA... É VENDER ATRAVÉS DO SILENCIO... AMAR É SER ADULTO E CRIANÇA AO MESMO TEMPO...
É VIVER A VIDA EM VERSOS... A MAIOR E MAIS EMOCIONANTE EXPERIENCIA HUMANA...
AMAR É TER O SOL... E QUERER APENAS UMA ESTRELA ... É TER O MAR E QUERER APENAS UMA GOTA D AGUA... E TER O MUNDO E QUERER APENAS VOCE
MESMO QUE CHORE,
MESMO QUE LUTE,
PARA QUE NO FINAL POSA DIZER...
SOFRI, CHOREI, LUTEI, MAS AMEI!!!
AMAR É OLHAR PARA DENTRO DE SI MESMO... E DIZER EU QUERO!
É VIVER INTENSAMENTE SONHAR...
E SE PERDER NO MEIO DE TANTOS SONHOS...
E ESTAR PRESENTE ATÉ NA AUSENCIA... É VENDER ATRAVÉS DO SILENCIO... AMAR É SER ADULTO E CRIANÇA AO MESMO TEMPO...
É VIVER A VIDA EM VERSOS... A MAIOR E MAIS EMOCIONANTE EXPERIENCIA HUMANA...
AMAR É TER O SOL... E QUERER APENAS UMA ESTRELA ... É TER O MAR E QUERER APENAS UMA GOTA D AGUA... E TER O MUNDO E QUERER APENAS VOCE
AME!!!
SE EU DEMORAR, ME ESPERE.
SE EU TE ENROLAR, ME EMPURRE.
SE EU SUSURRAR, ME ESCUTA.
SE EU BALANÇAR, ME SEGURA.
SE EU GAGUEJAR, ME ENTENDA.
SE EU DUVIDAR, ME JURA.
SE EU FOR SÓ TUA, ME TENHA.
SE EU TE AMAR, ME SINTA.
SE EU TE PERDER, ME GANHE.
SE EU CHORAR, ME ANIME.
MAS SE EU SORRIR É POR VOCE. ♥
SE EU TE ENROLAR, ME EMPURRE.
SE EU SUSURRAR, ME ESCUTA.
SE EU BALANÇAR, ME SEGURA.
SE EU GAGUEJAR, ME ENTENDA.
SE EU DUVIDAR, ME JURA.
SE EU FOR SÓ TUA, ME TENHA.
SE EU TE AMAR, ME SINTA.
SE EU TE PERDER, ME GANHE.
SE EU CHORAR, ME ANIME.
MAS SE EU SORRIR É POR VOCE. ♥
Assinar:
Postagens (Atom)